quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Paulo Quintela e Cristóvão de Aguiar, por Bárbara Borges.





















Óleo sobre tela, Bárbara Borges, Coimbra-2006.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

domingo, 27 de janeiro de 2008

MEMÓRIAS DO ROCK PORTUGUÊS, 3.ª EDIÇÃO, DE ARISTIDES DUARTE, Professor, Jornalista, Bloguista e Melómano.

CLICAR TÍTULO PARA VER O BLOGUE ROCK EM PORTUGAL E ADQUIRIR A OBRA.




















Prefácio de António Manuel Ribeiro (UHF)
Faz-nos falta a memória para sabermos do hoje.

Há tarefas que são profundamente necessárias à nossa vida colectiva destes dias e, no entanto, permanecem ignoradas, esquecidas, até porque os tempos de aperto aconselham a sobrevivência desesperada. Mas, como no exemplo recorrente do deserto (para mim um local sempre purificador, um espelho), a imagem que não é miragem mostra que há vida e beleza para usufruir.
Tudo isto a propósito da responsabilidade que é prefaciar este compêndio do conhecimento musical português moderno do João.
Era uma história que faltava fazer, com lucidez jornalística, usando os traços fortes da síntese (a crítica fica para depois, para quem adquire a obra e a ouve), delineando a história do Pop/Rock luso com raízes antes da revolução política de Abril de 1974 até aos nossos dias. Primeiro, os movimentos, as modas musicais suscitadas em cada época; depois as biografias dos artistas e dos grupos; e por fim a escolha e (aí sim) a crítica discográfica com toda a vontade de mostrar e nenhuma de destruir.
Conheci o João através de uns recortes que regularmente recebia de uma empresa especializada em analisar e tratar notícias. Naturalmente o material recebido era sobre os UHF. Várias vezes parei para analisar o que um sujeito, desterrado na fria, forte e farta Guarda, escrevia sobre nós e sobre os meus colegas de aventura nos finais dos anos 70. Acreditem que, por várias vezes, fiquei espantado com a minúcia dos factos relatados. Glória a este homem que tem memória, pensei amiúde; aplausos para este melómano do Rock português e periféricos, reafirmo. Ainda bem que todo esse trabalho e toda essa paixão preocupada correram para este livro que agora começais a abrir.
Mais tarde encontrei o João Aristides Duarte ligado ao mundo dos espectáculos na sua região: fazia-o por hobby; importava-lhe que o artista contratado para a festa na terrinha tivesse obra de valor e qualidade cénica. Habituei-me, nesta profissão a que pertenço há tanto tempo, que não está felizmente tudo adquirido: há sempre, um pouco por aí, como as belezas naturais que as promoções turísticas formatadas esquecem, qualquer coisa de bom, de intrinsecamente nosso, por descobrir – o João é um artífice desses.
É preciso também referir neste ponto da prosa que ele é professor primário, por isso ocupado, por isso a sentir na pele e no carácter o reboliço destes tempos de encruzilhada social. Manter ao longo de oito anos uma crónica regular de pesquisa e análise do que se fez (história) na música portuguesa moderna, mantendo actualizada a escuta do que se faz no presente (há cada vez mais discos com edição de autor difíceis de encontrar), é obra! Tiro-lhe o chapéu, naturalmente.
“Memórias do Rock Português” vem completar a amostragem da nossa música popular iniciada com “Escrítica Pop” (Ed. Assírio & Alvim, 1982, com reedição em 2003), de Miguel Esteves Cardoso; “A Arte Eléctrica de Ser Português – 25 Anos de Rock’n Portugal” (Ed. Bertrand, 1984), de António A. Duarte; “Musa Lusa” (Ed. Hugin, 1997), de Jorge Lima Barreto; “Os Melhores Álbuns da Música Popular Portuguesa” (Ed. Jornal Público, 1998), de vários autores; e “Música Ligeira Portuguesa” (Ed. Círculo de Leitores, 1998), de Luís Pinheiro de Almeida e João Pinheiro de Almeida. É, naturalmente, o mais completo de todos, não só por ser o último mas também porque cuidou de ir atrás no tempo, cruzando nomes, projectos alternativos com elementos de bandas estabelecidas (uma peculiaridade muito nossa), desenhando na areia do deserto, onde quase sempre a música vive (cada um de per si), os trilhos das fugas dos músicos em busca de novas e noivas experiências.
Obrigado, senhor professor, pelo seu tempo, por este cuidado e pela coragem de reunir o seu conhecimento sobre nós em livro.

António Manuel Ribeiro (UHF)

Músico
Fevereiro de 2006

O PODIUM SCRIPTAE RECOMENDA ESTA GRANDE ENCICLOPÉDIA DO ROCK PORTUGUÊS.

1940 - O BERÇO DE CRISTÓVÃO DE AGUIAR

sábado, 26 de janeiro de 2008

PARABÉNS BASTONÁRIO MARINHO PINTO. VIVA A JUSTIÇA!

AO VER O MEU BASTONÁRIO COMEÇO A ACREDITAR QUE VAI SER POSSÍVEL MORALIZAR A POLÍTICA E A JUSTIÇA E DAR CABO DE MUITOS CANALHAS QUE POR AÍ POLULAM IMPUNEMENTE.
MUITO OBRIGADO BASTONÁRIO MARINHO PINTO, ÉS O ORGULHO DA ADVOCACIA E PORTADOR DE UMA RÉSTIA DE ESPERANÇA PARA ASFALTAR O CAMINHO LAMACENTO E PANTANOSO QUE O ACTUAL PODER INSTITUIDO PERCORRE...

VIVA A JUSTIÇA!

AGORA É SÓ CARREGAR NESSA CANALHADA. HÁ EVIDÊNCIAS QUE NÃO PODEM DEIXAR DE SER CONHECIDAS E QUE RECLAMAM UM ELEVADO JUÍZO DE CENSURA POR PARTE DO PODER JUDICIAL E DA SOCIEDADE.

CONTE COM O MEU TESTEMUNHO.

ESTE CASO DE COIMBRA, QUE HÁ DIAS DENUNCIO NESTE BLOGUE, VEM AO ENCONTRO DAS SUAS DOUTAS, NECESSÁRIAS E INQUESTIONÁVEIS AFIRMAÇÕES.

7- CABOVISÃO INSTALADA EM COIMBRA DENTRO DE UM STAND ILEGAL. AUTORIDADES NAO QUEREM CONHECER DENÚNCIAS NEM INVESTIGAR.

FOTOGRAFIA TIRADA NA ENTRADA DO EDIFÍCIO RESIDENCIAL CONFINANTE.
CABOVISÃO LICENCIADA PELA CÂMARA MUNICIPAL DE COIMBRA NO INTERIOR DE UM STAND/DEPÓSITO DE AUTOMÓVEIS E SUCATAS ILEGAL.
ESTRADAS DE PORTUGAL E CÂMARA MANTÊM ZONA DE ESTRADA NESTAS CIRCUNTÂNCIAS, NUM TOTAL DESPREZO PELOS RESIDENTES.
MINISTERIO PÚBLICO NÃO CONHECEU QUALQUER ILÍCITO CRIMINAL NESTES FACTOS DEVIDAMENTE PARTICIPADOS.

DECORRIDOS 18 MESES O ÚNICO PROCESSO QUE EXISTE NA CÂMARA MUNICIPAL DE COIMBRA É UM PEDIDO DE LICENCIAMENTO EFECTUADO POR UM DOS PROPRIETARIOS.
A CABOVISÃO FOI, ATÉ AGORA, ENGENHOSAMENTE ARREDADA DOS PROCESSOS E OS RESPONSÁVEIS PELO LICENCIAMENTO ILEGAL, TAMBÉM.

HÁ, NA MINHA HUMILDE OPINIÃO, FORTES INDÍCIOS DE ILÍCITOS CRIMINAIS QUE NÃO PODEM DEIXAR DE SER INVESTIGADOS.

QUEM ERA O RESPONSÁVEL DO URBANISMO NA CÂMARA MUNICIPAL DE COIMBRA À DATA DOS FACTOS QUE SUBSCREVEU TAMANHA ILEGALIDADE?

QUEM FORAM OS TÉCNICOS QUE OMITIRAM A EXISTÊNCIA DO STAND ILEGAL À DATA DO LICENCIAMENTO DA CABOVISÃO, O MANILHAMENTO E DESVIO DE AGUAS PLUVIAIS PROVENIENTES DO IC2, A SOBREPOSIÇÃO ILEGAL DE TERRAS,COM A ELEVACAO DO SOLO A MAIS DE 1,5 m E A SUA TOTAL IMPERMEABILIZAÇÃO COM ASFALTO,EM ZONA DE CHEIA?

QUE DOCUMENTOS APRESENTOU A CABOVISAO PARA OBTER O LICENCIAMENTO?

QUAIS AS CONFRONTAÇÕES DESSE TERRENO?

COMO PUDERAM ESTES FACTOS SER OMITIDOS PELOS TÉCNICOS E TODOS OS INTERVENIENTES NO PROCESSO DE LICENCIAMENTO JUNTO DA CÂMARA MUNICIPAL DE COIMBRA?


QUEM SAO OS RESPONSÁVEIS DA ZONA PELA FISCALIZAÇÃO DE OBRAS QUE FECHARAM OS OLHOS A TAMANHA ILEGALIDADE, NAQUELA ZONA CENTRAL E MOVIMENTADA DE COIMBRA?


(CONTINUA)

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

6- Câmara Municipal de Coimbra notifica sujeitos processuais para Número de Polícia ficcionado.

BURACO NA VIA PÚBLICA SEM QUALQUER PROTECÇÃO
















O número de Polícia, mais vulgarmente conhecido pelo n.º da porta, é um número atribuído a um prédio urbano pela Repartição de Finanças competente.

A Câmara Municipal de Coimbra, no âmbito desta obra ilegal, notificou e continua a notificar os sujeitos processuais para um número de polícia inexistente, e ficcionado pelo requerente.

A Câmara Municipal de Coimbra ainda não conheceu no processo o perigo que aquela construção ilegal constitui, tendo até convertido as participações apresentadas num pedido de licenciamento, por parte de um dos proprietários, cujo processo se prolonga há pelo menos 18 meses, sem que haja qualquer intervenção visível no sentido de fazer cessar esta enormidade à entrada de Coimbra.

É de assinalar que as Estradas de Portugal, no mesmo periodo de tempo, já proferiram e executaram a decisão final.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

5- Câmara Municipal de Coimbra, comprometida com estas ilegalidades.

Apesar de ser a CMC que tem competência para a fiscalização destes estabelecimentos comerciais, nada faz. Apesar de várias participações efectuadas por mim próprio e pelo meu condomínio. Esta sucateira ilegal permanece de portas abertas numa das entradas principais de Coimbra.

A CMC AlÉM DE NÃO TER EVITADO ESTE ATENTADO URBANÍSTICO COMO LHE COMPETIA, TARDA AGORA EM REPOR A LEGALIDADE!

Cyrano de Bergerac

Cyrano de Bergerac
Eugénio Macedo - 1995

TANTO MAR

A Cristóvão de Aguiar, junto
do qual este poema começou a nascer.

Atlântico até onde chega o olhar.
E o resto é lava
e flores.
Não há palavra
com tanto mar
como a palavra Açores.

Manuel Alegre
Pico 27.07.2006