
Cristóvão de Aguiar é referenciado nas páginas 82, 138, 140 e 205.
sábado, 29 de setembro de 2007
"À Mesa d'A Brasileira" (Cultura Política e Bom Humor"), do Dr. Alberto Vilaça
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Secção: Livros
sexta-feira, 28 de setembro de 2007
Dr. Alberto Vilaça, Pequena Antologia de Poesia de Autores Portugueses Contra o Racismo e o Colonialismo "Para o Mundo de Todos os Homens"
Esta "pequena" antologia poética, editada pelo Núcleo de Coimbra do Conselho Português para a Paz e Cooperação, integra poemas de Joaquim Namorado, António Gedeão, Francisco Delgado, Egito Gonçalves, Fernando Assis Pacheco, Fiama Hasse Pais Brandão, Manuel Alegre, José Afonso (Zeca Afonso) e Cristóvão de Aguiar.
Agradeço à Natércia Vilaça, muito sensibilizado pela lembrança, a oferta desta raridade, cuja existência desconhecia.
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Secção: Livros
quinta-feira, 27 de setembro de 2007
Poema "TANTO MAR" de Manuel Alegre, dedicado a Cristóvão de Aguiar. Ilha do Pico - 27.07.2006
Clique nas imagens para as ampliar.
A Cristóvão de Aguiar, junto
do qual este poema começou a nascer.
Atlântico até onde chega o olhar.
E o resto é lava
e flores.
Não há palavra
com tanto mar
como a palavra Açores.
Pico 27.07.2006
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Secção: Poemas
quarta-feira, 26 de setembro de 2007
IMAGENS DA CONFERÊNCIA DO DOUTOR CARLOS ANDRÉ, SOBRE A OBRA DE CRISTÓVÃO DE AGUIAR 25-SET-2007

Ideias concertadas,Carlos André e Ana Paula Arnaut

Eloísa Alvarez, Cristóvão de Aguiar, Carlos André, António Arnaut, Alferes.
Gostei.
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Secção: A Tabuada do Tempo, Lançamentos, Passageiro em Trânsito, Raiz Comovida, Relação de Bordo I, Sonetos de Amor Ilhéu
segunda-feira, 24 de setembro de 2007
O DOUTOR CARLOS ANDRÉ DISSERTA SOB O TEMA "CRISTÓVÃO DE AGUIAR: UMA RAIZ POR ACHAR" HOJE, 25 - SET - 07, NA LIVRARIA ALMEDINA-ESTÁDIO
LIVRARIA ALMEDINA ESTÁDIO CIDADE DE COIMBRA,HOJE DIA 25 de SETEMBRO, ÀS 21H00.
A DISSERTAÇÃO DO PROFESSOR DOUTOR CARLOS ANDRÉ TAMBÉM TERÁ COMO MOTE OS LIVROS RAIZ COMOVIDA, PASSAGEIRO EM TRÂNSITO E A TABUADA DO TEMPO
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Secção: A Tabuada do Tempo, Lançamentos, Passageiro em Trânsito, Raiz Comovida
domingo, 23 de setembro de 2007
O SAUDOSO CARLOS MIRANDA ESCREVEU SOBRE "CICLONE DE SETEMBRO", DE CRISTÓVÃO DE AGUIAR, NA ÚLTIMA PÁGINA DO JORNAL "A BOLA" - 1986
Ciclone dos Violinos ou o Ciclone de Setembro, onde Cristóvão de Aguiar descreve, magistralmente, a guerra de África e recorda, saudosamente, os violinos. 
[...] Só que, a certa altura, cheguei à segunda parte – Os Ventos de Guerra. E então compreendi.
Cristóvão de Aguiar retrata a sua passagem pela guerra de África. E o livro deixou de ser de cabeceira para ser de todos os possíveis momentos.
Muito se tem escrito sobre um certo virar de costas dos nossos escritores ao tema da guerra colonial. Um certo mas não completo, pois a bibliografia da guerra de África, aos poucos e poucos, tem crescido o seu bocado, e com algumas obras de grande categoria.
Confessamos, no entanto, que nenhum dos escritores nos terá impressionado tanto como o Cristóvão de Aguiar, um depoimento forte, impressionante, cruel, onde nos é revelada muita coisa que, até aqui, só nos tinha sido contado por familiares ou amigos.
Sim, Ciclone de Setembro é um dos grandes livros da actual literatura portuguesa. E continuo a pensar que faltou alguma coisa quando, em algumas das críticas que lhe foram dedicadas, não se fez especial referência, não se destacou esta segunda parte Guerra de África.[...]
Carlos Miranda
In Jornal A Bola
1 de Novembro de 1986
In Livro de Homenagem a Cristóvão de Aguiar - 2005
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Secção: Ciclone de Setembro, críticas literárias
sábado, 22 de setembro de 2007
ONÉSIMO TEOTÓNIO ALMEIDA ERROU NA REVISTA "OS MEUS LIVROS" QUANDO SE REFERE A CRISTÓVÃO DE AGUIAR
Trago este assunto à colação, pois esta “imprecisão” não é inócua.
No mesmo artigo, também se refere à Antologia da Guerra Colonial, publicada pelo seu amigo João de Melo, em 1988, e na qual se omite, dolosamente, por motivos pessoais e competitivos, o maior romance sobre a guerra colonial que é o Ciclone de Setembro, de Cristóvão de Aguiar. (Vide o artigo de “A Bola”, escrito por Carlos Miranda, de Maria Eduarda Vassalo Pereira em “Colóquio Letras”, de Miguel Serrano, em “O Diário” e de Victor Rui Dores, em o jornal “Signo”.)
Estou certo de que essa omissão do Cristóvão comprometeu qualquer valor que essa obra pudesse ter.
Era isso que se esperava de um Crítico Literário e de um Professor Universitário, que trouxesse algo de novo para além de louvaminhar os seus amigos e fingir que respeita os seus "adversários".
Enfim, enredos de canada...
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Secção: Polémica
sexta-feira, 21 de setembro de 2007
CASA - MUSEU MIGUEL TORGA : "Raiz Comovida", representada na biblioteca de Miguel Torga, no escritório da sua Casa - Museu, em Coimbra
CLIQUE NA IMAGEM PARA A AMPLIARHoje, ao fim da tarde, fui com o meu Pai visitar a Casa-Museu Miguel Torga.
Já sabia que Torga havia gostado de ler Cristóvão. Só não imaginava encontrar a “Raiz Comovida, vindima de fogo”, na estante por trás da sua secretária, na galeria dos Autores Portugueses.
O livro está virado ao contrário, tem a lombada vermelha e branca e está na terceira prateleira, do lado esquerdo a contar de cima.
Foi a nota alta do dia…
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22:36:00
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Secção: curiosidades, Miguel Torga, Raiz Comovida
TANTO MAR
do qual este poema começou a nascer.
Atlântico até onde chega o olhar.
E o resto é lava
e flores.
Não há palavra
com tanto mar
como a palavra Açores.
Manuel Alegre
Pico 27.07.2006









