quarta-feira, 7 de julho de 2010
(2008) Cristóvão de Aguiar, Braço Tatuado. Lisboa, Dom Quixote. Crítica literária de Manuel Tomás. In Boletim do Núcleo Cultural da Horta. n.º 448
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terça-feira, 6 de julho de 2010
Cristóvão de Aguiar, justamente referenciado pelo escritor João Luís de Medeiros, numa entrevista que deu ao jornal Correio dos Açores.
“Como estamos na alvorada do século XXI, numa época em que as religiões, o futebol, as drogas ilícitas, a glorificação hedonista são alguns dos capitais mais negociáveis na esfera do globalismo, o escritor (operário da escrita) tanto pode ser um cúmplice do negócio vigente ou sujeitar-se à missão de ‘subversivo’ da alternativa...”, afirma o poeta e escritor João Luis de Medeiros.
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terça-feira, 29 de junho de 2010
Abri o Diário de Coimbra e na necrologia noticiam a morte de um dos maiores poetas que conheci pessoalmente: João Damasceno (Albuquerque) 55 anos, professor de história. Ainda ontem o tinha recitado. Espero que Coimbra lhe preste a devida e justa homenagem. "Em terra de cegos/ quem tem um olho é rei/ e quem tem dois/ é frequentemente abatido... ".
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sábado, 19 de junho de 2010
ALDEIA VELHA - 2010. Capeia Arraiana, por Eugénio Macedo.
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sexta-feira, 18 de junho de 2010
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Joaquim Pereira -no canto inferior esquerdo da imagem-, proprietário do Restaurante 5 Estrelas, da Estrada de Eiras, Coimbra, na comitiva enviada pelo RECHEIO, SA. a África do Sul, no apoio à nossa selecção, no Nelson Mandela Stadium em Porth Elizabeth.
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domingo, 13 de junho de 2010
Um Livro por Semana LXXVIII. Relação de bordo, de Cristóvão de Aguiar. Faial Online, por Victor Rui Dores.
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quarta-feira, 9 de junho de 2010
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Iustitia ubi est? Stand/sucateira ainda continua aberto ao público?...
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sexta-feira, 14 de maio de 2010
20% de aumento do IVA nos produtos essenciais...? É preciso ter lata!
Toda a comunicação social fala do aumento do IVA em um ponto percentual...
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terça-feira, 27 de abril de 2010
O Éden, óleo sobre tela, por Eugénio Macedo, Soito, 1996.
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Última Ceia, escultura em madeira de mogno, Nelo 1994. Eugénio Macedo.
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sábado, 24 de abril de 2010
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Apoteose da Dor, óleo sobre tela, dim. 115/80 cm, Eugénio Macedo, Soito Sabugal- 1996.
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domingo, 18 de abril de 2010
Video da Nossa Senhora da Granja - 2010. SOITO SABUGAL
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terça-feira, 13 de abril de 2010
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Dunane, Guiné, 19 de Outubro de 1965. Guerra Colonial Interior.
Dunane, 19 de Outubro de 1965
[...] E eis-me aqui, diante de mim, nu, andrajoso, suplicante, a alma enregelada e crucificada na cruz destes dias sem nome. Nos olhos, uma fornalha de fúria e uma fome antiga não sei em que víscera, essa fome de séculos que é já grito milenário de todas as bocas em mim. Eis-me, pois, aqui, disparando bombas de palavras ao concentrado silêncio da noite. Eis-me aqui, tentando pescar estrelas no poço aberto do firmamento. Eis-me aqui, indefeso e nu, interrogando não sei que morto que vive numa parte de mim... Em frente de mim, nu e com o frio de todos os pólos, interrogo-me como se fosse réu e juiz ao mesmo tempo. E as palavras que ouço vêm da minha voz antiga, saída do mais fundo de mim, carregada de pedras e de cardos, que grita e se contorce, morre e ressuscita, e continuo, indefeso e nu, aqui em frente de mim...
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terça-feira, 30 de março de 2010
Câmara Municipal de Coimbra, ESTRADAS DE PORTUGAL e restantes autoridades judiciárias permitem que o stand/sucateira ilegal permaneça ilegal e impunemente aberto ao público, não obstante o parecer de 21 de Janeiro de 2010 que determina a posse administrativa em virtude do incumprimento por parte dos proprietários...

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sexta-feira, 26 de março de 2010
PARABÉNS DOUTOR LUÍS AGUIAR-CONRARIA: vice-presidente da Escola de Economia e Gestão da Universidade do Minho
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Túneis para ligar as ilhas ou metro de superfície… in Expresso das Nove 20 anos.
CRISTÓVÃO DE AGUIAR
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domingo, 21 de março de 2010
segunda-feira, 15 de março de 2010
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
2.º Volume do livro Memórias do Rock Português, de Aristides Duarte, 2010
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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Desalojados da Madeira, abrigados em camaratas como se estivessemos na Segunda Guerra Mundial.
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sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
CORREIO DOS AÇORES ENTREVISTA: Tertúlia Açoriana - Cristóvão de Aguiar, escritor e poeta : Escrever por amor à literatura
Tertúlia Açoriana - Cristóvão de Aguiar, escritor e poeta : Escrever por amor à literatura
28 Janeiro 2010 [Cultura]
“Hoje em dia fala-se em narrativa ou ficção, embora continue a haver romance e conto, e até prosa poética, poema em prosa, o que significa que as fronteiras entre os géneros literários se diluíram. Quanto a mim, será difícil catalogar. Talvez a narrativa seja o que melhor se coaduna com o que tenho publicado, embora haja entre a minha obra diários, contos…”
Correio dos Açores - Nome, naturalidade, cidade e país onde reside?
Cristóvão de Aguiar, de nome completo Luís Cristóvão Dias de Aguiar, nado e criado (até aos vinte anos) na freguesia de Pico da Pedra, de onde saí para Coimbra em 1960, com destino à Faculdade de Letras. Desde então, e com pequenas intermitências (Guerra Colonial, Leiria), aqui tenho vivido, exercido a minha profissão docente (Leitor de Língua Inglesa da Faculdade de Ciências da Universidade de Coimbra) durante 32 anos. Encontro-me aposentado desde 2002, mas continuo a viver em Coimbra, agora em part time, visto que passo longas temporadas na Ilha do Pico, lugar de São Miguel Arcanjo, onde mandei construir uma casa.
O Primeiro livro que leu?
O primeiro livro que ouvi ler foi a Bíblia. Depois, logo que me apetrechei com as ferramentas da leitura, continuei na Bíblia; no Liceu, no antigo 3.º ano, o professor de Português, Dr. Ângelo Raposo Marques, mandou-nos ler a Morgadinha dos Canaviais, leitura obrigatória. Talvez tenha sido o primeiro que li. Encantou-me de tal maneira que, ainda hoje, o releio uma vez por outra, a ver se recupero o paraíso perdido…
Versos de pé quebrado
Quando sentiu o chamamento para a escrita?
Principiei, como não podia deixar de ser, pelos versos de pé-quebrado. Meu Avô materno e um Tio, filho dele, eram poetas repentistas. Meu Tio escrevia para o Diário dos Açores não só quadras e sextilhas mas também a correspondência do Pico da Pedra. Nessa altura chamava-se correspondente do jornal, uma honra, além de se receber o jornal de graça. Quis imitá-lo, tudo a escrita principia por uma imitação, e, anos depois de ele ter embarcado para a América, também me tornei correspondente do Diário dos Açores e depois do Correio dos Açores. Naquele publiquei uns versos, na página de Letras, creio que em Setembro de 1957, no último, no tempo do Dr. Read Henriques, tornei-me colaborador, mesmo depois de vir para Coimbra. Também escrevi versos e prosa no semanário A Ilha, de Manuel Barbosa. Tudo para esquecer…
Qual é o seu género literário?
Hoje os géneros literários não estão ba lizados. No meu tempo de estudante liceal, distinguia-se entre romance, novela conto, na prosa; na poesia, entre soneto de verso heróico e alexandrino, quadra de redondilha maior e menor, respectivamente de sete e cinco sílabas, sextilhas, quintilhas, oitava rima… Uma dor de cabeça para quem os tinha de estudar. Hoje em dia fala-se em narrativa ou ficção, embora continue a haver romance e conto, e até prosa poética, poema em prosa, o que significa que as fronteiras entre os géneros literários se diluíram. Quanto a mim, será difícil catalogar. Talvez a narrativa seja o que melhor se coaduna com o que tenho publicado, embora haja entre a minha obra diários, contos…
Na escola primária era habitual ter boas classificações nas redacções?
Só não era bom aluno em desenho à vista, um pesadelo de caçarolas e vasos e jarras… As redacções, na instrução primária, eram uma espécie de chapa: o professor explicava o que devíamos escrever e o resultado era uma espécie de vasos comunicantes, ou de Comunicação dos Santos. Ficava tudo mais ou menos igual. Só no Liceu, já no Curso Complementar de Letras, é que o meu professor de Português, o Doutor Almeida Pavão, elogiava a minha maneira de escrever.
Sonetos, de Antero
Há algum livro dos seus que gostaria de reescrever?
Tenho reescrito todos eles com o afã de quem os escreve pela primeira vez e altero muito, a ponto de alguns críticos, como Luiz Fagundes Duarte, dizerem ou escreverem que se trata de um livro novo, como aconteceu com Marilha, sequência narrativa que inclui Grito em Chamas e Ciclone de Setembro, publicados muito antes, separadamente, e por ordem cronológica inversa.
Quais os livros que publicou e o mais recente?
Quer mesmo a lista completa? Não será fastidioso para os leitores; que não têm nenhuma culpa dos meus pecados mortais? Já que insiste; lá vão eles; por ordem cronológica e por ela se vê o último que dei a lume: Mãos Vazias; O Pão da Palavra; Sonetos de Amor Ilhéu (poesia); Breve Memória Histórica da Faculdade de Ciências; Alguns Dados sobre a Emigração Açoriana; Raiz Comovida (trilogia romanesca); Ciclone de Setembro (romance ou o que lhe queiram chamar); Com Paulo Quintela À Mesa da Tertúlia; Passageiro em Trânsito; Braço Tatuado; Emigração e Outros Temas Ilhéus; A Descoberta da Cidade e Outras Histórias; Grito em Chamas; Relação de Bordo I, II e III (diário ou nem tanto ou talvez muito mais); Trasfega; casos e contos; Marilha; sequência narrativa; A Tabuada do Tempo; Charlas Sobre a Língua Portuguesa; Cães Letrados… Ainda há as traduções: A Riqueza das Nações; de Adam Smith; A Nobre Arquitectura, poemas de António Arnaut, traduzidos para inglês… Eu bem o avisei da chateza…
Indique-me um livro de um escritor açoriano de que gostaria de ter sido o autor?
Sonetos, de Antero de Quental.
A ‘casa de putas’
Como se relaciona com outros escritores?
Com os poucos com quem me relaciono, muito bem. Mas a chamada República das Letras mais parece uma “casa de putas”…
Pensa enriquecer como escritor?
Em Portugal só enriquecem os escritores bestsellers, como os Saramagos, Lobo Antunes, José Rodrigues dos Santos, e os ou as da profundíssima literatura cor-de-rosa, a que é conhecida por light; os outros, como eu, nem às vezes os direitos de autor recebem. Seja tudo pelo amor da Literatura…
Que livro nunca recomendaria a um amigo?
Preferia recomendar a desaconselhar… Mas não recomendaria nenhum dos livros da Margarida Rebelo Pinto.
Que livro gostaria de deixar e que ainda não escreveu?
Não vou com certeza escrever mais nenhum livro como a trilogia romanesca Raiz Comovida. Assim sendo, será este, portanto, que gostaria que ficasse como testemunho. Até já deu o nome a uma rua do Pico da Pedra…
afonsoquental@hotmail.com
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quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Discurso do Senhor Bastonário da Ordem dos Advogados Portuguesa na Abertura do Ano Judicial 2010.
Discurso do Bastonário na Abertura do Ano Judicial
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quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
Cristóvão de Aguiar apresenta livro "Anamnese" de José Ferraz Alçada, no dia 23 de Janeiro de 2010, na Casa dos Açores Norte, na cidade do Porto.
" "Anamnese" de José Ferraz Alçada, edição de autor. Trata-se de um conjunto de contos (alguns premiados) e de crónicas que o autor publicou no Comércio do Porto e no Jornal de Notícias. Digo-vos: escrita de se lhe tirar o chapéu. Domínio da língua, consciência social.Américo Rodrigues Texto retirado do blogue Café Mondego.
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
O PESCADOR, quadro pintado a tinta de óleo, por Bárbara Borges.
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sábado, 9 de janeiro de 2010
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Blogues e livros, in blogue "Mau Tempo no Jornal", por Pedro Barros Costa.
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TANTO MAR
do qual este poema começou a nascer.
Atlântico até onde chega o olhar.
E o resto é lava
e flores.
Não há palavra
com tanto mar
como a palavra Açores.
Manuel Alegre
Pico 27.07.2006






















