Colectânea
Cronistas e Viajantes
Textos e Imagens
Séc. XVI - Séc. XIX (1.ª e 2.ª Décadas)
O VALE DAS FURNAS. UM ESTRANHO SORTILÉGIO.
(...) Os primeiros visitantes depararam-se com o cenário aterrador de, em escassos metros de terra crestada e rude, brotarem das entranhas da terra água a ferver em cachão, lançando nuvens de fumo e jactos de lama, em contraste com a luxuriante e verde vegetação.
A força telúrica da Natureza em contraste com a serenidade transmitida pela paisagem doce não podia deixar de impressionar os raros visitantes que até ali se aventuravam.
Os sentimentos contraditórios que o vale desperta, estão bem patentes nas descrições dos cronistas: "quase no meio daqueles campos chãos, naquela grande e profunda concavidade estão as Furnas tão nomeadas e celebradas"; "as Furnas são chamadas nesta terra pelo parecerem assim Boca do Inferno"; "paraíso terreal"; para a parte do poente é verdadeiramente um rascunho do Paraíso terreal regado com sete ribeiras de salutíferas águas,... para a parte porém do nascente é uma verdadeira representação do inferno, porque tem umas caldeiras de polme, água, enxofre tão horrendas que não outra cousa que se compare"; "é um campo chão, deleitoso, fresco e aprazível..."; "Nova Arcádia" (sinónimo de lugar ou vale profundo em que existe um isolamento natural). (...)
...O povo das Furnas nem sempre bem compreendido, facto patente nas descrições incluídas na Colectânea, afirmou-se e afirma-se na força do seu carácter e dignidade que venceram os temores da Natureza...
O Vale das Furnas
José Manuel Motta de Sousa
Editora: Almedina
Tema: História
Ano: 2008
Tipo de capa: Brochada
ISBN 9789724033983 | 346 págs.
Peso: 0.625 Kg
quarta-feira, 23 de abril de 2008
O Vale das Furnas, de José Manuel Motta de Sousa.
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Dicionário de Falares dos Açores, de Soares de Barcelos, com Prefácio de Cristóvão de Aguiar, Almedina 2008.
PREFÁCIO
Não sendo um linguista de formação académica, aceitei de bom grado o desafio de prefaciar este trabalho que agora se apresenta ao leitor menos como um livro no sentido tradicional do que como um glossário de termos portugueses antigos, em parte ainda utilizados pelos falantes das Ilhas do Arquipélago dos Açores.
A um escritor empenhado, como sempre procurei ser, nada é defeso. Principalmente, e neste caso em particular, se é da linguagem das Ilhas que se trata. Os livros de ficção que tenho vindo a publicar ao longo das últimas três décadas são testemunho do meu empenhamento em dar à linguagem popular micaelense o estatuto literário que ela merece pela sua expressividade e riqueza semântica.
Propositadamente, não escrevi linguagem açoriana, visto que açoriano é um adjectivo que pouco ou nada qualifica em relação à realidade cultural do Arquipélago - nove Ilhas diversificadas entre si pelo modo de estar e de conceber o mundo e a vida. Deixo-o, por isso, atido apenas à sua significação estritamente gramatical. As próprias aves que deram o nome ao Arquipélago nem sequer são oriundas destas paragens, pelo que, à partida, houve confusão entre milhafres e açores. Dir-se-ia que os Açores receberam no baptistério águas equivocadas!
[...]
Cristóvão de Aguiar
Ilha do Pico, Maio de 2007
Dicionário de Falares dos Açores - Vocabulário Regional de Todas as Ilhas
J. M. Soares de Barcelos
Editora: Almedina
Tema: Dicionários e Gramáticas
Ano: 2008
Tipo de capa: Brochada
ISBN 9789724033761
614 págs.
Peso: 1.160 Kg
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Secção: AÇORES, Colaboração de Cristóvão de Aguiar, curiosidades, Livros, Notícias, PICO DA PEDRA
terça-feira, 22 de abril de 2008
Lançamento do livro "Braço Tatuado" de Cristóvão de Aguiar, na Biblioteca Municipal de Vila Nova de Gaia

"Braço Tatuado" de Cristóvão AguiarComemorações do Dia Internacional de Livro Infantil e do Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor
Lançamento do livro "Braço Tatuado" de Cristóvão de Aguiar
Na Biblioteca Municipal de Vila Nova de Gaia.
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Secção: Braço Tatuado., Lançamentos
Cristóvão de Aguiar, hoje 22 de Abril, às 21h30, em Beja: "Acontece em Português" sobre Guerra Colonial
Beja: "Acontece em Português" sobre Guerra Colonial.
Carlos Vale Ferraz, Cristovão de Aguiar, José Manuel Mendes e Fernando Dacosta são os convidados de Carlos Pinto Coelho. "Acontece em Português" regressa, esta noite, à biblioteca de Beja.
A Biblioteca Municipal José Saramago de Beja recebe esta noite, a partir das 21.30 horas, mais uma edição do “Acontece em Português”.
Carlos Vale Ferraz, Cristovão de Aguiar, José Manuel Mendes e Fernando Dacosta são os convidados de Carlos Pinto Coelho.
“Livros e memórias da Guerra Colonial” é o mote para a conversa desta noite como afirmou, à Voz da Planície, Figueira Mestre, director da biblioteca de Beja.
Recorde-se que a iniciativa “Acontece em Português” está a levar mensalmente à Biblioteca de Beja convidados oriundos de vários países de expressão portuguesa para uma conversa com Carlos Pinto Coelho. Para o final está agendada uma grande festa da Lusofonia.
Inês Patola
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Secção: Braço Tatuado., Notícias
Coimbra, 25 de Abril de 1974, in Relação de Bordo I (1964-1988), de Cristóvão de Aguiar.


Coimbra, 25 de Abril de 1974.
Se está bom tempo como hoje vou a pé logo de manhã levar o meu filho Artur ao infantário da Universidade, que fica um pouco acima do Penedo da Saudade, mesmo ao princípio da Avenida Dias da Silva. Quero ensiná-lo, e ao mais velho também, a ser andarilho, e de pequeno é que se torce o vime. Levo-o pela mão, tentando durante o percurso responder o melhor que sei a todas as perguntas que me costuma fazer e que redobram sempre que chegamos ao prédio onde está instalado o Farol das Ilhas, Solar de estudantes universitários madeirenses, que tem à varanda uma enorme vaca de gesso e papelão, quase ou mesmo em tamanho natural. E o Artur quer por uma força saber por que está sempre ali, ao frio, se não tem caminha para se deitar, se dá leite de manhã e por que não fala como as outras da Ilha, que dizem, muuu, muuu, porquê, porquê... Ainda tem cinco anos e meio, mas já viu muitas vacas ao natural, o que vai sendo uma raridade em crianças nadas e criadas nos meios urbanos. E também conhece a melodia do Hino Nacional, porque esta manhã ao subirmos a Rua Teixeira de Carvalho, um pouco mais acima da varanda-manjedoura da vaquinha, que por vezes e através da minha voz disfarçada faz muuu, muuu, a ver se lhe aquieto a língua perguntadora—chamou-me a atenção para o facto, pois ouvíamo-lo, alto e bom som, jorrando de uma janela aberta, naturalmente das bem acesas goelas de um rádio que parecia querer transmiti-lo para a cidade e seus arredores. Logo o meu filho quis saber por que razão tocava o hino, se havia festa no infantário. E então, na minha inocência, inventei-lhe uma história em que metia um ministro e alguns bombeiros, numa inauguração de um chafariz e de um urinol com casa de banho privativa, onde o senhor ministro fez cocó para inaugurar a sanita e que, além disso, o Presidente Tomás havia estado na véspera ou antevéspera em Coimbra, e não estava mentindo, para ver se tudo se encontrava bem inaugurado, por isso é que havia hino, et cetera e tal. Com certeza que ficou satisfeito com a minha explicação, porque não me perguntou mais nada. Logo depois, ao virar da esquina para a Dias da Silva, entreguei-o no infantário e segui o meu trajecto para a Universidade, sem maldar de nada. Vim pelo caminho entretido comigo mesmo, como é meu costume: viajando pela Ilha que trago comigo, enquanto me consolava a tragar os primeiros cigarros da manhã no jardim em frente do Liceu, muito antes de tocar a sineta do senhor Tavares ( deixei de fumar há três meses e cinco dias, por isso estou sempre sonhando com umas tragaças bem puxadas), que eu chegava de véspera à cidade, a cavalo na camionete da carreira, a primeira que passava às sete da manhã na freguesia. Meu pai tinha medo que a dos estudantes, quase uma hora mais tarde, às vinte para as oito, chegasse atrasada à cidade e eu faltasse à primeira aula, e ele tinha horror a pessoas faltosas. Só quando cheguei ao Edifício das Matemáticas é que aterrei na realidade, porque dei conta de que havia qualquer coisa de novo no ar, muita gente junta cá fora, num quase alevante e o edifício encerrado. O senhor Pelicano, que de certo me viu com cara de quem andava a leste, adiantou-se do magote e veio para mim de braços abertos e anunciou-me a boa nova de uma revolução em Lisboa, mas ainda se não sabia ao certo de que lado é que vinha, se dos ultras, se da esquerda. Desconfiei que nada de bom seria, porque ainda nem há um mês se dera a revolta das Caldas, que fora prontamente abafada. Nessa expectativa e com uma ténue esperança bichanando-me, abalei logo dali, quase a correr, em direcção ao Emissor Regional de Coimbra, onde cá fora se havia aglomerado um ror de curiosos ávidos de notícias como eu.

Encontrei o Nogueira e Silva, meu camarada em Mafra e na Guiné, que me garantiu que o movimento era de esquerda ( sempre bebeu do fino!), só o que se não sabia ao certo era se vingava ou não, mas, segundo lhe tinha constado, havia fortes e fundadas esperanças de êxito. Pedi logo um cigarro para celebrar e apaziguar os nervos, que emoções fortes sem nicotina sabem a pouco. Já muito depois do meio-dia, quando, em Lisboa já estava tudo bem encaminhado e detidos os dois mais altos responsáveis, foi lido, aos microfones do Emissor Regional, para começar a haver humor na revolução nascente, um comunicado oriundo do Governador Civel, jurando fidelidade da cidade de Coimbra e do seu Povo ordeiro ao Governo legítimo da Nação, estando garantida a paz e a ordem pública em todo o distrito.

Este dia foi tão rico em emoções e contra-emoções, que, somadas e bem condutadas, dariam pela certa para muitos meses de vida bem vivida. O maço de cigarros que acabei por ir comprar é que não chegou para o resto do dia! Lá se me quebrou a jura que fizera comigo mesmo. Seja tudo por amor da revolução e por ( des) alma do regime que foi derrubado.
IN RELAÇÃO DE BORDO I (1964-1988), de CRISTÓVÃO DE AGUIAR, Págs. 120 a 122.
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Secção: COIMBRA, HISTÓRIA DE PORTUGAL, Relação de Bordo I, Textos avulsos
sexta-feira, 18 de abril de 2008
35 - FÓRUM COIMBRA: Meia dúzia de restaurantes foram encerrados pela ASAE, por IRREGULARIDADES NO LICENCIAMENTO...
O Stand/Sucateira é que permanece ilegalmente aberto ao público, sem qualquer licença de funcionamento, de edificação, horário, etc. etc. TUDO COM O CONLUIO DA CÂMARA MUNICIPAL DE COIMBRA QUE INSISTE EM NÃO PÔR TERMO A ESTA AFRONTA QUE SUBSISTE JUNTO À ESTAÇÃO-VELHA / COIMBRA-B.
PERIGO! Conheça em pormenor este caso grave na secção Câmara Municipal de Coimbra Urbanismo.
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Secção: CÂMARA MUNICIPAL DE COIMBRA URBANISMO, COIMBRA, ILEGALIDADES
terça-feira, 15 de abril de 2008
Song dedicated to Lapa, by Azer Mantessa
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Secção: curiosidades, Videos
domingo, 13 de abril de 2008
33- Decisão Definitiva das Estradas de Portugal 03-07-2007. Dia 02-08-2007 João Rebelo concede, sem qualquer justificação, 180 de dilação do prazo.
A AUSÊNCIA DA DOCUMENTAÇÃO DO LICENCIAMENTO MUNICIPAL DA CABOVISÃO, QUE ESTÁ A SER ESCONDIDA E BRANQUEADA, PELOS VÁRIOS INTERVENIENTES PROCESSUAIS É GRAVE E IMPEDE O ESCLARECIMENTO CABAL DOS FACTOS.


O Stand/Sucateira ainda permanece ILEGALMENTE aberto ao público, sem qualquer licenciamento. Numa total violação dos requisitos exigíveis para o exercício das actividades nele desenvolvidas e numa construção ilegal que prejudica todo o meio envolvente porque acentua o perigo de cheias, priva os moradores do passeio, dos estacionamentos públicos e privados obrigatórios. Esteticamente é uma aberração e a sua implantação está em total violação do alinhamento e cotas dominantes na zona, etc, etc, etc.
Despacho em que João Rebelo concede 180 dias de dilação, perfeitamente injustificado e sem qualquer fundamento legal, no qual se suspende a contagem de prazos em todos os procedimentos admnistrativos.
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Secção: CÂMARA MUNICIPAL DE COIMBRA URBANISMO, COIMBRA, ILEGALIDADES
sábado, 12 de abril de 2008
32 - CÂMARA MUNICIPAL DE COIMBRA E ESTRADAS DE PORTUGAL ACEITAM COMO BOA PLANTA ONDE SE REFERE TV CABO EM VEZ DE CABOVISÃO.

Além disto, no mesmo processo também consta outra planta, assinada por técnica credenciada, para licenciamento de uma "habitação" - referindo-se ao escritório da sucateira onde está a Cabovisão- e que a mesma habitação possui, pasme-se, água dos SMASC e electricidade da EDP. 
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Secção: CÂMARA MUNICIPAL DE COIMBRA URBANISMO, COIMBRA, ILEGALIDADES
quarta-feira, 9 de abril de 2008
Baú Da Memória... , Por Eugénio dos Santos Duarte, in Jornal Cinco Quinas. Abril de 2008
Pessoas a recordar no Soito
O meu bisavô era natural de Alcácer do Sal, no Alentejo. Tinha origens judaicas, de família de cristãos-novos, convertida ao cristianismo.
Casou no Soito e tinha como profissão alfaiate. Por motivos de doença ou acidente ficou sem uma perna e passou a usar uma perna de pau. No Soito era conhecido pelo Ti Coxo.
Do seu casamento nasceram cinco filhos. Um deles era o meu avô, chamado Manuel José dos Santos, que foi taberneiro e almocreve.
Outro dos filhos era António José dos Santos que viveu em África e, quando regressou, nos anos 70 do século XIX, foi tomar conta de uma ourivesaria, em Lisboa, que acabou por ser da sua propriedade. Mais tarde tornou-se proprietário de uma chapelaria.
Tinha a sua residência na Rua Latino Coelho, na capital.Foi o primeiro homem do Soito a ser proprietário de um estabelecimento comercial, em Lisboa.
Um dos seus filhos chamava-se Henrique, licenciado em Direito, que foi funcionário dos Correios, tendo chegado ao posto de Correio-Mor.
O Ti Coxo teve ainda uma filha chamada Maria do Carmo, a qual viveu muitos anos em Lisboa com um cónego, que lhe deixou toda a sua fortuna. Essa fortuna foi, mais tarde, herdada pelo sobrinho Henrique.
Maria dos Santos, conhecida por Maria do Coxo, era, também, filha do Ti Coxo. Essa Maria dos Santos era mãe do sr. Miguel Diamantino dos Santos, do sr. José Diamantino dos Santos e de Júlio Diamantino dos Santos. O sr. Miguel era motorista e esteve no Brasil, tendo sido já motivo de crónica anterior neste “Baú da Memória”.
O sr. José Diamantino dos Santos e o Júlio eram ferreiros, com forja, no Soito.
Armindo, filho do sr. José Diamantino, também foi ferreiro, no Soito. Foi para o Brasil e lá morreu.Mariana dos Santos, filha do Ti Coxo, casou com um grande artista serralheiro, natural da Cerdeira do Côa. O seu nome era António Paulo Fernandes.
Foi ele quem fez os portões da igreja, a parte de cima do púlpito e os portões do cemitério. Foi ele que soldou, com uma pasta própria que se usava nessa época, os tirantes do tecto da igreja do Soito, de tal maneira que não se notam as emendas. Para isso levou a forja, com fole e tudo, para o curral do sr. Arnaldinho, que fica perto da igreja. Nessa época ainda não havia electricidade, pelo que não existia a solda por electrogénio.
Todo este trabalho, feito por este artista, ainda hoje existe, no Soito.
Além disso, este homem trabalhou nas pontes do caminho-de-ferro da linha da Beira Alta, onde aprendeu muito.
O casal Mariana/António Paulo teve vários filhos. Dois deles eram ferreiros, no Soito: o sr. António Fernandes, conhecido por Antoninho e o sr. Manuel Fernandes.
Carlos Fernandes, conhecido por Carlos “Ferreiro”, era filho do sr. Manuel Fernandes e exercia, também, a profissão de ferreiro.
O Manuel, conhecido por “Mija”, era filho do sr. Manuel Fernandes e, também, era ferreiro, no Soito. Um dos filhos do Manuel “Mija” é Fernando Monteiro Fernandes, conhecido por Fernando “Mijinha”que ainda exerce a profissão de ferreiro, na forja que foi do seu pai. Além disso é conhecido por ser um grande artista em obras de ferro. Recentemente teve uma exposição no Museu do Sabugal, onde toda a sua criatividade pôde ser apreciada pelos visitantes.
José Oliveira, um grande artesão em objectos de madeira (nomeadamente com figuras que se movem mecanicamente), com exposições em variados locais de Portugal e, até, nos Estados Unidos da América, é neto de António Paulo Fernandes. Juntamente com os irmãos João e Domingos foi o obreiro da fábrica de sumos Cristalina. Também foram estes três irmãos que deram início à fábrica de iogurtes Yoplait, na cidade da Guarda.
Outro neto do sr. António Paulo é António Fernandes de Oliveira um dos maiores negociantes do Soito. Foi ele que iniciou as Confecções Ranking.
Fernando Fernandes, conhecido por Fernando do Ti Antoninho, neto do António Paulo, exerceu também como profissão a arte da serralharia, no Soito.
Quiçá o Soito fosse a terra do concelho com maior número de ferreiros, a julgar pelos exemplos apresentados.
Na imagem pode ver-se a fotografia do casal António Paulo Fernandes/Mariana dos Santos.
Por: Eugénio dos Santos Duarte
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Secção: A Arte do Ferro. F.M.F., Notícias, Soito Sabugal
sábado, 5 de abril de 2008
PARABÉNS FUTEBOL CLUBE DO PORTO E, EM ESPECIAL, AO PRESIDENTE PINTO DA COSTA.
UM DIA O MESTRE DISSE:
A MIM QUEM ME FAZ UMA LEVA DUAS...
QUEM LEVAVA NUMA FACE E DAVA A OUTRA... SABEM MUITO BEM QUEM FOI...
E VEJAM O QUE LHE FIZERAM AOS TRINTA E TRÊS ANOS DE IDADE ( E ABRE OS BRAÇOS EM PLENA ENTREVISTA NA TELEVISÃO)
PINTO DA COSTA, ÉS O MÁIOR!
Desde 1978 que só me dás alegrias. Muito obrigado. Se precisares de alguma coisa, conta comigo.
6-0 não dás hipóteses, carago!
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Secção: Notícias
sexta-feira, 4 de abril de 2008
quinta-feira, 3 de abril de 2008
30 - Câmara Municipal de Coimbra: Manutenção de Stand ILEGAL aberto ao público, só pode ser corrupção...
CARTA ABERTA AO PROCURADOR GERAL DA REPÚBLICA
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Secção: CÂMARA MUNICIPAL DE COIMBRA URBANISMO, COIMBRA, ILEGALIDADES
terça-feira, 1 de abril de 2008
29 - Câmara Municipal de Coimbra, finalmente cumpriu a Lei e fechou Sucateira/Stand ilegal à Estação Velha.
CLIQUE NO TÍTULO PARA CONHECER EM PORMENOR ALGUMAS ILEGALIDADES DA CÂMARA MUNICIPAL DE COIMBRA.
1 de Abril.
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Secção: CÂMARA MUNICIPAL DE COIMBRA URBANISMO, COIMBRA, ILEGALIDADES
segunda-feira, 31 de março de 2008
28- A SUCATEIRA CONTINUA DESCARADAMENTE ABERTA AO PÚBLICO... RESPONSABILIDADE DA CÂMARA MUNICIPAL DE COIMBRA
CLIQUE NO TÍTULO PARA CONHECER EM PORMENOR ALGUMAS ILEGALIDADES DA CÂMARA MUNICIPAL DE COIMBRA.
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Secção: CÂMARA MUNICIPAL DE COIMBRA URBANISMO, COIMBRA, ILEGALIDADES
sexta-feira, 28 de março de 2008
27- Perda de Mandato para Carlos Encarnação por grave incumprimento e violação da legislação em vigor.
CLIQUE NO TÍTULO PARA CONHECER EM PORMENOR ESTE ESCÂNDALO
Mantém sucateira/stand ilegal aberta ao público, em plena cidade de Coimbra, e ao lado de edifícios habitacionais, não obstante as inúmeras participações apresentadas e ao arrepio de qualquer legislação, causando elevados prejuízos à comunidade envolvente e à cidade.
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Secção: CÂMARA MUNICIPAL DE COIMBRA URBANISMO, COIMBRA, ILEGALIDADES
quinta-feira, 27 de março de 2008
BRAÇO TATUADO, Crítica de F. Couto Alves in Diário dos Açores, 27-03-2008.
Guerra Colonial: Jovens sepultados na vergonha e no silêncio.
Nacional
F. Couto Alves 27/03/2008
"Andamos todos saturados. Todas as noites, logo após o pôr do Sol, assistimos, em pânico, ao espectáculo que se desenrola na fímbria do horizonte de terra. Primeiro, o som cavernoso do rebentamento de petardos, granadas, bazucas… Depois, as chamas subindo ao céu, iluminando a mata e a noite. Trata-se com certeza de mais uma aldeia fula a ser atacada e destruída pelos guerrilheiros. O cabo telegrafista traz-me, um pouco mais tarde, uma mensagem urgente, já descodificada, "Redobre vigilância; inimigo nas proximidades de Dunane…" Ao princípio ninguém mais pregava olho durante o resto da noite. Todo o grupo de combate, exceptuando os cozinheiros e os ajudantes, entrava de reforço até ao romper da madrugada. Com o hábito e a prática, porém, tudo se foi modificando. Nem a queimada, nem os rebentamentos, nem sequer a mensagem (sempre urgente) recebida a seguir conseguiam aumentar o pânico em que nos havíamos há muito instalado. Por fim, não sabíamos se era indiferença se inconsciência, ambas necessárias para se não morrer de susto… Antes de se atingir a primeira metade da comissão, parece que existe em nós um encolher de ombros em face do perigo de morte que roça o pensamento sem deixar marca. Alcançada a segunda metade, tudo se transforma. Aumenta o medo e redobra o amor à pátria da pele. Desperta em força a vontade de sobreviver. E o sonho do regresso principia a botar raízes no fundo do íntimo. É então que as surpresas acontecem…Ainda nos encontramos em Dunane. Há mais de um mês e meio que aqui apodrecemos lentamente. Fomos abastecidos apenas duas vezes. De víveres e correio…"
É de Cristóvão de Aguiar o trecho acima transcrito do seu último livro, Braço Tatuado – Retalhos da Guerra Colonial. Com um conteúdo simplesmente realista. Simplesmente impetuoso. Simplesmente objectivo. Simplesmente violento. Como violentas foram as guerras nas colónias, entre 1961 e 1974, na Guiné, em Angola e em Moçambique. Cristóvão de Aguiar, reputado e premiado escritor açoriano, com lugar altaneiro na Literatura Portuguesa, trouxe-nos recentemente a lume o romance de guerra Braço Tatuado – Retalhos da Guerra Colonial, uma terceira versão de um texto incluído inicialmente em Ciclone de Setembro (1985), depois em O Braço Tatuado (1990) sendo o actual reescrito e com nova versão.
O autor esteve na Guiné entre 1965 e 1967, o que lhe concedeu uma experiência extraordinária e material informativo para publicar um livro de memórias ficcionadas do tempo e do modo em que esteve mobilizado naquela ex-colónia. Neste livro ele foi por excelência um repórter de guerra que soube registar, com exactidão e a fidelidade de ficcionista, o quanto se passou pelas colónias de África.
Se bem que a independência das colónias se deu com o 25 de Abril de 1974, muitos escritores estiveram por lá desde 1961, e uma grande parte deles, até agora, devotaram-se ao silêncio. Passaram-se, portanto, cerca de 40 anos de silêncios cúmplices. Num tempo em que falar no assunto era verdadeiro tabu e de certo modo uma vergonha. Poucos foram os que abordaram o assunto da guerra colonial. Mas houve excepções. Poucas. Agora, verifica-se que muitos dequeles perderam o pudor e o recato, e já se vêem nos escaparates das livrarias diversas obras sobre o assunto. Não admira nada que se deva constituir, na Literatura Portuguesa, um subsector para a Literatura de Guerra.
No livro Retalhos da Guerra Colonial, de Cristóvão de Aguiar, narram-se factos que muitos dos portugueses desconheciam. Um livro escrito devotamente e com emoção, em que as narrativas da guerra colonial da Guiné, parecem ter sido tão recentes. Mas o certo é que os seus protagonistas estão na casa dos 60/70 anos. Quem lê Braço Tatuado – Retalhos da Guerra Colonial, fá-lo sofregamente. E muito mais, para quem por lá esteve. Quer na Guiné, quer nas outras colónias, como eu próprio.
No palco dessa guerra, é preciso não esquecer, morreram 7.000 jovens, ceifados na flor da vida. Fizeram a guerra sob ordens, cumprindo um mandato estatal, que abarcava toda a comunidade. Morreram a título definitivo e hoje em dia, sepultados no silêncio e na vergonha, olham-nos com os olhos mortos, incapazes de compreender que são também eles incómodos aos políticos, às instituições, aos esquemas da vida quotidiana. O mal deles foi combater e morrer, o mal deles foi obedecer, o mal deles foi dizer sim a uma caterva de poltrões que só então sabiam sacudir a água do capote. Hoje, essa geração de 40, precisamente aquela que muitos dos seus elementos foram os protagonistas da guerra de África, poderá considerar-se uma geração histórica, porque se envolveu em feitos vários que mudaram a vida das gentes de hoje, num autêntico projecto de geração.
Prestar a homenagem devida àqueles que morreram é uma obrigação. É de toda a justiça lembrar os milhares de mancebos que por lá passaram e transpor para os tempos de hoje, já que a juventude de agora quase nada sabe dos referidos eventos. De uma justiça flagrante.E é o que Cristóvão de Aguiar, magistralmente, faz.
Bem-hajas, portanto, pelo feito que fazes. Constitui um desiderato franco e generoso.
f63coutoalves@hotmail.com
A palavra do leitor
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Secção: Braço Tatuado., críticas literárias, Notícias
terça-feira, 25 de março de 2008
JOSÉ CARLOS LAGES: CRÍTICA PRELIMINAR AO LIVRO "RELAÇÃO DE BORDO" 1964-1988, DE CRISTÓVÃO DE AGUIAR.

Estou a terminar o Relação de Bordo. Fui surpreendido pelo seu conteúdo. Não imaginava que era um diário intimista do teu pai que dia-a-dia apontou pensamentos, vivências, etc. Ficamos com a sensação que conhecemos o autor e que ele é mais um familiar ou amigo cuja vida fomos acompanhando. Surpreende!
Quando terminar a sua leitura farei um destaque do livro no Capeia Arraiana.
E meto desde já uma cunha para fazer uma entrevista a Mestre Cristóvão de Aguiar...
JCL
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Secção: críticas literárias, Relação de Bordo I
segunda-feira, 24 de março de 2008
24 - CÂMARA MUNICIPAL DE COIMBRA - 2008
Sinceramente, perante estes factos, não consigo vislumbrar qualquer razão de Direito em que a Câmara Municipal de Coimbra se possa ancorar para a manutenção indevida desta ilegalidade aberta ao público, decorridos 19 meses das denúncias formais.
INSÓLITO
ILEGAL
C M C - 2008
URBANISMO DE COIMBRAValha-me Santo António, em terras da Rainha Santa...
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Secção: CÂMARA MUNICIPAL DE COIMBRA URBANISMO, COIMBRA, ILEGALIDADES
domingo, 23 de março de 2008
23 - CÂMARA MUNICIPAL DE COIMBRA - 2008.
CLIQUE EM 23 PARA CONHECER EM PORMENOR.
COIMBRA É UMA LIÇÃO ...
INCRÍVEL
INSÓLITO
ILEGAL
C M C - 2008
URBANISMO DE COIMBRA
A entrada do stand/sucateira ilegal ente os postes de iluminação que deviam ser públicos, ocupando, também, a servidão de passagem ao posto da EDP.
Elevação do solo da cota dominante, em zona de cheia e impermeabilização.
CABOVISÃO INSTALADA NESTA SUCATEIRA.
CONSTRUÇÃO EM TERRENOS DAS ESTRADAS DE PORTUGAL.
TUDO ISTO A 3oo METROS DA ESTAÇÃO FERROVIARIA COIMBRA B.
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Secção: CÂMARA MUNICIPAL DE COIMBRA URBANISMO, COIMBRA, ILEGALIDADES
quinta-feira, 20 de março de 2008
22 - COIMBRA /CÂMARA / STAND ILEGAL. DAS DUAS UMA: OU VEM A CÂMARA COM A POLÍCIA ACABAR COM AQUELA ILEGALIDADE OU TEM DE IR A POLÍCIA À CÂMARA
CLIQUE NO TÍTULO, EM CIMA, PARA CONHECER EM PORMENOR ESTE CASO
Parece-me evidente, perante os factos descritos e documentados...
Ou estarei equivocado?
SEJA SOLIDÁRIO, MANIFESTE A SUA INDIGNAÇÃO EM:
geral@cm-coimbra.pt
OBRIGADO.
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22- PERIGO CMC / STAND ILEGAL. NEM IMAGINAM COMO LAMENTO TRAZER A ENXÚRDIA DA MINHA QUERIDA CIDADE DE COIMBRA PARA A PRAÇA PÚBLICA.
CLICAR TÍTULO PARA VER ILEGALIDADES DA CMC.
TODOS OS DIAS A CÂMARA MUNICIPAL DE COIMBRA TEM RECEBIDO EMAILS ENVIADOS POR MIM PRÓPRIO E POR OUTRAS PESSOAS SOLIDÁRIAS COM ESTA TENTATIVA DE REPOSIÇÃO DA LEGALIDADE, QUE DESENVOLVO HÁ 19 MESES.
ALGUNS FACTOS:
1- "Stand", depósito ilegal de automóveis legalmente inexistente.
2- Instalado em "terreno para construção"
3- Ausência de qualquer licenciamento, quer de edificação, quer de actividade comercial.
4- Cabovisão instalada e licenciada, no interior deste "terreno", nestas circunstâncias pela, Câmara Municipal de Coimbra.
5-Desvio clandestino de águas pluviais, em zona de cheia, provenientes o IC2, com manilhamento, sobreposição de terras e asfalto.
6-Não foi instaurado qualquer processo de contra-ordenação aos infractores.
7- Edificação implantada em zona de estrada, quer a nascente - IC2, quer a poente - Câmara Municipal de Coimbra.
8- Elevação do solo em 1,5m e sua total impermeabilização com asfalto em zona de cheia.
9- Remoção de terras, terraplanagem e depósito de entulhos no talude de segurança do IC2.
10- Tudo isto foi e é possível numa zona movimentadíssima da cidade de Coimbra - Estação Velha / Coimbra-B.
11- Atentado ambiental, urbanístico, à segurança, à lei em vigor, aos cidadãos lesados, à cidade e aos munícipes em geral.
(CONTINUA)
SEJA SOLIDÁRIO, MANIFESTE A SUA INDIGNAÇÃO EM:
geral@cm-coimbra.pt
OBRIGADO.
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Lapa
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13:03:00
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Secção: CÂMARA MUNICIPAL DE COIMBRA URBANISMO, COIMBRA, ILEGALIDADES
21-Câmara Municipal de Coimbra: ESTÁ COMPROMETIDA COM A CABOVISÃO, QUE LICENCIOU EM ZONA DE ESTRADA, DENTRO DESTE STAND ILEGAL. A CONFRONTAR COM O IC2
NÃO SÃO ATOARDAS, INFELIZMENTE É MUITO SÉRIO
.
O MINISTÉRIO PÚBLICO ACHOU ISTO TUDO NORMAL, NÃO TENDO VISLUMBRADO QUALQUER ILÍCITO CRIMINAL ...
Perante este despacho, como é que o Stand ILEGAL ainda permanece aberto ao público?
Como é que as participações destes factos, decorridos 19 meses, só se consubstanciaram, pasme-se, num simples pedido de licenciamento para edificação, ao qual foram apensadas as denúncias?
TUDO ISTO NUM "TERRENO" EM QUE A CÂMARA MUNICIPAL DE COIMBRA NÃO PODE IGNORAR QUE LICENCIOU INDEVIDAMENTE A CABOVISÃO. AINDA ASSIM SOLICITA, NO DESPACHO, AO PROPRIETÁRIO??? QUE ESTE ESCLAREÇA A SITUAÇÃO?????
O COMPROMETIMENTO DA CÂMARA MUNICIPAL DE COIMBRA, COM OS PREVARICADORES, É TÃO GRANDE E GRAVE, QUE NEM SE DIGNOU A ACUSAR A RECEPÇÃO DE UMA QUEIXA APRESENTADA PELA COIMBRA CONDOMINUS EM REPRESENTAÇÃO DO CONDOMÍNIO LESADO, EM OUTUBRO DE 2007.
SE A CÂMARA MUNICIPAL DE COIMBRA TIVESSE CUMPRIDO A LEI, TERIA ENCERRADO DE IMEDIATO AQUELE DEPÓSITO ILEGAL DE AUTOMÓVEIS E SUCATAS, INDEPENDENTEMENTE DA DEMOLIÇÃO QUE FINGE TER INTENÇÃO DE EXECUTAR.
NÓS PAGAMOS CONTRIBUIÇÃO AUTÁRQUICA, AO CONTRÁRIO DOS SENHORES PROPRIETÁRIOS QUE AGORA DEFENDEM, POIS A SITUAÇÃO CONTRIBUTIVA E FISCAL DO STAND ILEGAL É A DE "UM TERRENO PARA CONSTRUÇÃO".
NÓS TEMOS O DIREITO DE NÃO TER ESTA ABERRAÇÃO À PORTA DE CASA E COMPETE À CÂMARA MUNICIPAL DE COIMBRA POR COBRO A ESTA SITUAÇÃO.
Publicado por
Lapa
às
10:33:00
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Secção: CÂMARA MUNICIPAL DE COIMBRA URBANISMO, COIMBRA, ILEGALIDADES
sexta-feira, 14 de março de 2008
18 - CÂMARA MUNICIPAL DE COIMBRA CONTINUA A IGNORAR QUEIXAS DOS MORADORES E NÃO CUMPRE A LEI. AFRONTANDO "GRATUITAMENTE?" MUNÍCIPES LESADOS.
CLICAR TÍTULO PARA VER IMAGENS VIRTUAL EARTH
Decorrido mais de um ano do douto despacho que propôs fundamentadamente a demolição desta edificação e depósito de automóveis ilegal. Permanece inalterada a situação?
EVIDÊNCIA:
_ CURRUPÇÃO NO URBANISMO DA CÂMARA MUNICIPAL DE COIMBRA.
MP NÃO QUIS INVESTIGAR?
ARQUIVOU?
CRIME:
_DIGO EU... SENHOR PROCURADOR GERAL DA REPÚBLICA: MANDE INVESTIGAR. ISTO É CORRUPÇÃO.
O MP (DIAP DE COIMBRA) ARQUIVOU O PROCESSO REMETENDO O DENUNCIANTE, PARA OS MEIOS PROCESSUAIS AO SEU DISPOR, OU SEJA, PARA A ABERTURA DE INSTRUÇÃO, CUJO PAGAMENTO, € 380,00, NÃO ESTÁ PARA SUPORTAR, NEM TAL LHE PODE SER EXIGIDO, UMA VEZ QUE ESTÁ EM CAUSA A PROSSECUÇÃO DO INTERRESSE PÚBLICO.
A CABOVISÂO ESTÁ LICENCIADA EM COIMBRA PELA CMC DENTRO DE UM STAND "( DEPÓSITO ILEGAL DE AUTOMÓVEIS )"
DESTES FACTOS,DEVIDAMENTE DENUNCIADOS E PARTICIPADOS, O DIAP DE COIMBRA NÃO CONHECEU QUALQUER ILÍCITO CRIMINAL?
PARA MIM, QUE NÃO POSSO DESPENDER, QUATRO UNIDADES DE CONTA PROCESSUAIS -CERCA DE € 380,00 (trezentos e oitenta euros)- PARA ME CONSTITUIR ASSISTENTE NO PROCESSO E REQUERER A ABERTURA DE INSTRUÇÃO, NUM CRIME, EVIDENTE, QUE DENUNCIEI E QUE É PÚBLICO... AQUI EXORTO O PROCURADOR GERAL DA REPÚBLICA, PARA QUE CONHEÇA ESTA FUNDADA DENÚNCIA, QUE EVIDENCIA MAIS UM CASO FLAGRANTE DE CORRUPÇÃO AUTÁRQUICA - O MINISTÉRIO PÚBLICO SUSTENTOU O ARQUIVAMENTO DO PROCESSO DE FORMA NO MÍNIMO CURIOSA COM CONTRADIÇÔES QUE SÃO, NO MEU FUNDADO ENTENDIMENTO JURÍDICO , sem falsas modéstias_ EU SOU ADVOGADO_, INSANÁVEIS - E QUE URGE INVESTIGAR.
SÓ POSSO TESTEMUNHAR QUE ISTO É MESMO À DESCARADA!
JÁ NÃO HÁ RESPEITO, NEM TEMOR...
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Lapa
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08:09:00
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Secção: CÂMARA MUNICIPAL DE COIMBRA URBANISMO, COIMBRA, ILEGALIDADES
TANTO MAR
do qual este poema começou a nascer.
Atlântico até onde chega o olhar.
E o resto é lava
e flores.
Não há palavra
com tanto mar
como a palavra Açores.
Manuel Alegre
Pico 27.07.2006
















